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19 novembro 2019

Sonhos interrompidos



Esse foi o vídeo do lançamento do anúncio da Pesquisa "O Desaparecimento Forçado de Meninas - Desafios do Sistema de Justiça", que foi lançada em 21 de fevereiro deste ano. A pesquisa, realizada pelo Núcleo de Pesquisa em Gênero, Raça e Etnia (Nupegre) da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj), materializa na necessidade da criação da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas.

Assista o vídeo, acesse a pesquisa e compartilhe a campanha com a #lei13812ja

05 setembro 2019

Mães do Brasil e a luta contra o desaparecimento forçado



Junto com o Portal Kids, as Mães do Brasil têm uma luta constante para provar que o desaparecimento forçado é uma realidade. São crimes onde crianças são retiradas de forma forçada de suas famílias para a exploração sexual, a adoção ilegal, o tráfico de órgãos e o tráfico de pessoas.

A Juíza Adriana Ramos de Mello realizou, através do Núcleo de Pesquisa em Gênero, Raça e Etnia (Nuprege) da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj) a pesquisa "O Desaparecimento Forçado de Meninas - Desafios do Sistema de Justiça."

Antes do lançamento oficial, Dra. Adriana fez questão de reunir toda a equipe que participou da pesquisa para apresentar o trabalho primeiro as mães das meninas, cujos casos, cuidados por nossa ONG, foram temas do estudo. Alzerina, mãe da Michele, de 9 anos, sequestrada em 21 de novembro de 2002, Elisabete, mãe da Thais, também com 9 anos, sequestrada um mês depois, em 22 de dezembro de 2002 e Larissa, 11 anos, sequestrada em 31 de janeiro de 2008. A reunião aconteceu em 27 de novembro do ano passado. Foram momentos de muita emoção para as mães, que tomaram conhecimento de todas as violações cometidas nos casos de suas filhas, além da que elas próprias presenciaram. Antes da apresentação, as mães posaram com a Juíza e as pesquisadoras, e a presidente da Mães do Brasil, Wal Ferrão.

Você pode ter acesso a pesquisa através do link 



31 julho 2019

Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas



Ontem, a presidente da Mães do Brasil, Wal Ferrão esteve na EMERJ para participar de mais um Fórum Permanente promovido pela Escola de Magistratura do Rio de Janeiro, dessa vez para destacar o Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. A convite da Juíza Adriana Ramos de Mello, a presidente encerrou o encontro, que reuniu magistrados, procuradores, defensores estaduais e federais, além de representantes do governo do Estado do Rio, como a coordenadora de Desaparecidos da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Jovita Belfort. A coordenadora, que por anos foi uma das lideranças da Mães do Brasil, relembrou com Wal a luta das mães que tiveram filhos traficados e os casos solucionados através da instituição. Apesar disso, o tráfico de pessoas ainda é a terceira mais rentável atividade ilícita no mundo, só perdendo para o tráfico de armas e de drogas.

“Eu represento todas as mães em uma só, mães que sofrem, adoecem e como eu enterram filhos todos os dias, vivem um luto eterno sem saber onde estão”, emocionou-se Jovita.

Wal citou a importância de ouvir, da delegada da Polícia Federal, Paula Mary Reis de Albuquerque, resultados de investigações sobre tráfico de pessoas e de órgãos humanos, que a ONG começou a denunciar há 20 anos, mas na época nenhuma autoridade deu crédito. Por isso Wal Ferrão realizou investigações jornalísticas, correu risco de vida, conseguindo provar a existência do tráfico de pessoas no Brasil e resgatar vítimas, com o apoio da Juíza Adriana Ramos de Mello, que oferece total apoio aos trabalhos da ONG.

Assista um registro em vídeo no evento em nosso canal e nos siga: https://www.youtube.com/watch?v=LkOfskA67kw

13 março 2018

Raquel Gonçalves entrevista juíza Adriana Mello


Na sexta-feira, 9, a Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) promoveu a palestra os "30 anos da Carta das Mulheres aos Constituintes", coordenada pela juíza e presidente do Fórum Permanente de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero, Adriana Ramos de Mello.

A carta foi um conjunto de reivindicações que um grupo de militantes feministas enviou aos constituintes. Nela, elas levantaram questões relacionadas à saúde, combate a violência, família e direitos trabalhistas. No evento, elas contaram como foi sua luta e os avanços que obtiveram de 30 anos para cá.

Em entrevista a Raquel Gonçalves, integrante da Mães do Brasil, Dra. Adriana explicou a importância do documento para os dias de hoje.

"Esse evento resgata a luta das mulheres durante o período da Constituição. Elas levaram para os constituintes reivindicações como licença maternidade e paternidade, entre outras conquistas fundamentais nos dias de hoje. Foi fundamental que jovens e mulheres tomassem conhecimento da existência delas durante essa palestra", disse a juíza.

Assista a entrevista que a magistrada concedeu a Raquel Gonçalves.

09 março 2018

Mães do Brasil na Emerj



Hoje a presidente da Mães do Brasil, Wal Ferrão e a mãe Raquel Gonçalves estiveram na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) assistindo ao debate os "30 anos da Carta das Mulheres aos Constituintes”, coordenado pela juíza e presidente do Fórum Permanente de Violência Doméstica, Familiar e de Gênero, Adriana Ramos de Mello.
A Carta foi um conjunto de reivindicações que um grupo de militantes feministas enviou aos constituintes, onde levantaram questões relacionadas à saúde, combate a violência, família e direitos trabalhistas. No evento, as feministas contaram como foi sua luta e os avanços que obtiveram nesses 30 anos.
O ex-diretor da EMERJ, o desembargador Caetano Ernesto da Fonseca Costa, abriu as portas da Escola da Magistratura para as Mães do Brasil e falou sobre essa parceria com a ONG #emerj #maesdobrasil #diainternacionaldamulher #dkaaustria #portalkids

08 agosto 2016

Avaliando a Lei Maria da Penha na EMERJ

A EMERJ lotou para debater a Lei Maria da Penha que completou 10 anos

Neste domingo, 7, a Lei Maria da Penha comemorou 10 anos de existência. No último dia 03 estivemos mais uma vez na Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ) para um encontro onde por três horas foram debatidos os avanços e retrocessos. As palestrantes, Dra. Nilcéa Freire e Dra. Andréa Pachá, a debatedora Leila Linhares, lideradas pela Juíza Adriana Ramos de Mello e o Desembargador Caetano Fonseca emocionaram os ouvintes de todas as idades com suas trajetórias na defesa das mulheres brasileiras e acenaram os caminhos que podem deixar a lei ainda mais forte.

“Sabemos que estamos juntas. Não nos afastemos jamais”, pediu Dra. Nilcéa ao encerrar sua fala.

Um comentário que nos chamou a atenção. Realmente, muito do que conquistamos na defesa dos direitos das mulheres foi através da força da união das mesmas. Todas as que chegam ao Portal Kids depois de uma luta solitária, primeiro se espantam ao encontrar histórias muitas vezes mais difíceis que as suas. Na troca e na solidariedade crescem e se fortalecem, assim como nós. O isolamento também alimenta a impunidade. Portanto, vamos buscar a união sempre, principalmente no aspecto mais difícil, que é a união nas diferenças.

Por Wal Ferrão
wal.ferrão@portalkids.org.br

29 julho 2016

Apoio da EMERJ



A Escola de Magistratura do Rio de Janeiro, EMERJ, agora divulga nossos filhos desaparecidos. Obrigada desembargador Caetano da Fonseca Costa, diretor da EMERJ, juíza Adriana Ramos de Mello, e toda a equipe da EMERJ, pelo apoio aos nossos filhos.

http://www.emerj.tjrj.jus.br/paginas/noticias_todas/criancas-desaparecidas-FIA.html