19 outubro 2017

Campanha da atriz Susana Vieira para Mães do Brasil bomba na Internet


Susana Vieira, na reprise da novela Senhora do Destino, de Aguinaldo Silva, da Rede Globo, que está no ar no Vale a Pena Ver de Novo, grava um vídeo de apoio a ONG Mães do Brasil, como também é conhecida a ONG Portal Kids.

A atriz publicou um vídeo de apoio a ONG em seu perfil no Instagram @susanavieiraoficial ontem à tarde. A campanha, que também foi compartilhada no Facebook por Susana e foi nota na coluna de Patrícia Kogut de O Globo e no Portal Mural da Fama, rendeu milhares de visualizações e está sendo compartilhada por muitos seguidores da atriz e da ONG.

Joana Sena, uma das criadoras das Mães do Brasil e mãe de Suzana, a menina desaparecida cujo cartaz está sendo divulgado pela atriz, ficou encantada com a generosidade e com muita esperança que a mega divulgação traga uma notícia da filha. Wal Ferrão, presidente da ONG, lembrou com carinho o dia em que Susana Vieira quis conhecer as Mães do Brasil no Projac.

"Ela foi muito carinhosa. E no dia da gravação, que se estendeu até tarde da noite, foi conversar com cada uma e quis saber as histórias. Eram 50 mães que nunca esqueceram o respeito com que foram tratadas, tanto que dizem que Maria do Carmo, sua personagem, será para sempre uma Mãe do Brasil", diz Wal, que lembra também a coragem do autor Aguinaldo Silva em colocar o Movimento das Mães do Brasil na novela.

"O Aguinaldo retratou com perfeição a realidade das mães atendidas pela ONG. O sofrimento as tornou mulheres fortes, lutadoras e determinadas, assim como a Maria do Carmo da trama. Temos muito carinho por ele também", finaliza Wal.

Veja o vídeo na integra e também no insta da atriz!

Joana, Tercília e Suely, as criadoras das Mães do Brasil com Susana, na época de Senhora do Destino



09 outubro 2017

Mães do Brasil inspira história de escritora austríaca

 Elisabeth veio ao Brasil para buscar inspiração no trabalho de Wal com desaparecidos

A jornalista e escritora austríaca Elisabeth Klar esteve conhecendo a presidente do Portal Kids, Wal Ferrão, em visita ao Brasil. Elisabeth, que tem dois livros publicados, se inspira no trabalho de Wal com as Mães do Brasil para sua nova história.

Em conversa com o blog, Elisabeth explicou que seu romance terá dois protagonistas brasileiros e vai mostrar a relação entre eles. A história contará também com uma mulher que trabalhará encontrando pessoas desaparecidas, como faz Wal Ferrão. “Essa mulher trabalhará primeiramente no Rio de Janeiro e depois vai para Altamira, no Pará, onde tentará fazer um trabalho semelhante ao que faz no Rio. O homem a seguirá para salvá-la de organizações criminosas que a irão perseguir", adianta Elisabeth,

A escolha do Brasil para narrar sua história se deve a atração que a austríaca tem pelo país. Para Elisabeth, a vivência do crime e da violência no Brasil é muito diferente da que ela conhece em Viena, na Áustria, onde mora.

“A forma como vemos outras culturas é sempre muito moldada por nossos medos e desejos. Essa é a outra razão pela qual fiquei muito feliz em falar com a Wal e também com outras pessoas. Elas me possibilitaram me confrontar com a diferença entre minhas próprias fantasias e a realidade.”

Por Luciana Tecidio


25 setembro 2017

Justiça feita!


Em 2008 o Portal Kids sofreu um processo de danos morais por supostamente ter dado uma entrevista onde acusava injustamente um criminoso. Nossas apurações jornalisticas sempre foram calcadas na seriedade e verdade e nunca sem provas. Tanto que o autor do processo veio a ser preso pela polícia, indiciado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio, tendo cumprido a pena que lhe foi imputada.

Neste mês a Justiça reconheceu a inocência do Portal Kids, que foi definida na sentença como uma instituição "voltada ao auxílio de crianças desaparecidas, atividade nobre, que merece suporte e apoio!"

Agradeço a Justiça e dedico esse reconhecimento da verdade aos parceiros e minha valorosa equipe que lutam para fazer do Portal Kids um trabalho vitorioso.

Wal Ferrão, presidente

14 setembro 2017

Bebês sofrem tentativa de sequestro em São Gonçalo

Bebê de dois meses está assustada depois de quase ter sido sequestrada
Foto: Jornal O São Gonçalo

Dois bebês sofreram uma tentativa de sequestro no mesmo dia em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. Na segunda-feira, 11, as mães de uma criança de dois meses e outra de 7 meses foram abordadas por uma mulher desconhecida na rua.

O primeiro caso foi divulgado pelo jornal O São Gonçalo, que gentilmente cedeu a foto para essa reportagem ao Portal Kids. A tentativa de sequestro aconteceu no bairro de Amendoeira. A mãe, que é pedagoga, que por motivo de segurança não terá seu nome divulgado, estava com sua bebê de dois meses (foto) no colo quando uma mulher de cabelo loiro, na altura do ombro, na garupa de uma moto, agarrou a perna da neném e tentou tirá-la do colo da mãe. A professora lutou contra a desconhecida, que segurou as duas perninhas da bebê. A mãe se desequilibrou, caiu no chão e a mulher, sem conseguir pegar a menina, aproveitou para roubar os R$ 10 que a professora levava com ela para comprar pão.
“Registrei o caso na 74ª DP (Alcântara), mas até agora o registro não apareceu, alegaram que houve um problema no processo de registro. Essa foi a segunda vez que sai com minha filha na rua a pé.
Depois da tentativa de sequestro, a neném está nervosa, chora muito e eu com medo de sair na rua novamente”, disse a pedagoga a reportagem do Blog das Mães do Brasil.

A outra tentativa de sequestro aconteceu no bairro Porto Velho. A mãe, manicure, que também não terá seu nome divulgado, levava o filho de sete meses no colo quando uma mulher morena, de cabelo cacheado, veio na sua direção mandando ela ‘devolver o filho que era dela’.
“Comecei a gritar, dizendo que o bebê era meu. A rua estava deserta. A mulher começou a me agredir, bater em mim. Até que uma senhora apareceu. A mulher entrou num carro, que a aguardava e fugiu”, lembrou a mãe.

Segundo a manicure, após a tentativa de sequestro, ela foi levada ao hospital onde realizou uma tomografia, que diagnosticou hematomas em sua cabeça. A mãe tentou em vão registrar o caso na 73ª DP, em Neves. “Primeiro disseram que eu podia registrar sim. Esperei por quatro horas! No final, alegaram que aquela delegacia não era a ideal para esse caso e me recomendaram seguir para outra, a 72ª DP, em Mutua. Mas fiquei tão desanimada com o descaso, que desisti de fazer o registro. Falei para eles na delegacia: ‘Queria ver se fosse com algum parente de vocês, o que fariam.”

Assim que o site do jornal O São Gonçalo divulgou a matéria com a mãe pedagoga, vários leitores relataram casos de tentativa de sequestro de bebês pelas ruas do bairro. Duas leitoras lembraram um casal de moto, com a descrição da pedagoga, que anda circulando pelas ruas do bairro. “A mesma mulher, com uma cara meio redonda, passou perto de mim ontem. Eu estava com os dois (filhos) sozinhos. Ela (a mulher da garupa) parou muito devagarzinho. Eu acho que só não fez nada porque tinha umas quatro pessoas do meu lado na rua”, contou uma leitora do site. Outra complementou: “Então eles não estão ficando só com uma moto porque quando aconteceu isso comigo uma moto era azul Honda.”
A jornalista Wal Ferrão, que há 18 anos lida com casos de sequestros na ONG Portal Kids, lamenta que ainda hoje a falta de atendimento as mães das vítimas ainda seja comum.
"Vamos interceder para que as mães consigam registrar a ocorrência, e provavelmente irão conseguir. Mas num caso assim não deveria ser necessária a intervenção da ONG. O caso deveria ser registrado imediatamente, realizada uma campana no bairro para tentar capturar os agressores e confeccionados os retratos falados e comparados com os de outros sequestradores. E aí entra a segunda questão: Feito o R.O. as delegacias têm condições de realizar as investigações e cruzar informações? A iniciativa das mães em denunciar e abordar o assunto é importante porque mostra como são frageis as investigações para este tipo de crime", finaliza Wal.

Por Luciana Tecidio
Foto cedida pelo Jornal O São Gonçalo

30 agosto 2017

Portal Kids no combate ao bullying

Gilberto Fernandes palestrou para crianças de 5 a 6 anos a convite da agência Indoor.
A presidente do Portal Kids Wal Ferrão foi ao Memorial Getúlio Vargas prestigiar a palestra.

Nesta terça-feira, 29, o psicólogo e diretor do Portal Kids, Gilberto Fernandes, deu uma palestra sobre bullying para crianças de 4 a 5 anos de idade no Centro Municipal do Memorial Getúlio Vargas, na Glória, Zona Sul do Rio.

O evento “Bullying Nunca +”, organizado pela jornalista Monica Macabu e pelo diretor da agência Estação Indoor, Leonardo Lobo, contou com estudantes de uma escola municipal de uma comunidade do Rio.

Falar para um público tão especial foi um desafio para o experiente Gilberto, que cuida de crianças, adolescentes e mães de desaparecidos nos projetos realizados pelo Portal Kids com o apoio da DKA Áustria. Para que os pequenos entendessem sobre o bullying, o psicólogo elaborou uma mini
encenação teatral colocando os professores no centro do palco como atores. A plateia formada pelas crianças assistiu atenta a performance coordenada por Gilberto que fez os professores simularem uma situação de bullying entre eles. A‘atuação’ dos mestres impressionou os alunos que entenderam muito bem a lição.

Ao final de sua apresentação às crianças, Gilberto interagiu com elas que conversaram com o psicólogo sobre bullying. O resultado da experiência foi tão positivo que o diretor do Portal Kids foi convidado para finalizar o evento com uma pequena palestra no auditório do Memorial Getúlio Vargas. “Falar e trabalhar sobre o bullying com crianças pequenas é muito complicado, ainda mais com esse nome, que é um termo muito distante da maioria da população. O que tentei fazer  foi um trabalho de conscientização usando os professores como referência. Por quê? Porque eles vão continuar
com esses professores na escola. A ideia é despertar as crianças e os professores para esse fenômeno que é minimizado no cotidiano que aparece como brincadeiras. A intenção com esse trabalho foi conscientizar os professores e os alunos sobre isso”, disse Gilberto.

Por Luciana Tecídio