04 setembro 2018

Meditação para uma vida longa

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 23 anos o Brasil irá dobrar a taxa de idosos alcançando 20% da população em 2033.

De acordo com cientistas, existe um relógio da longevidade dentro do DNA das nossas células que precisa ser mantido com algumas dicas para garantirmos uma vida saudável:
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Dormir no mínimo 7 horas
Exercitar-se moderadamente
Diminuir o consumo de açúcar
Adotar dieta rica em ômega 3
MEDITAR

21 agosto 2018

Mulheres contam com o Nudem para se defender conta a violência

Dra, Simone Estrellita, foto divulgação Nudem

Há 22 anos a mulher vítima de violência tem à sua disposição um lugar de apoio e amparo no Rio de Janeiro. Trata-se do Núcleo Especial de Defesa dos Direitos da Mulher e de Vítimas de Violência de Gênero (Nudem) da Defensoria Pública. Ele fica localizado na Rua do Ouvidor, 90/4º andar, Centro do Rio, é coordenado há dois anos pela defensora pública Simone Estrellita. “Trabalhamos para evitar o feminicídio. As mulheres não podem mais morrer por serem mulheres. Há dois anos viemos escutando e conseguimos identificar o medo imediato dessa mulher. A  gente procura dizer para ela que ela não está sozinha, que estamos juntos”, explica Dra. Estrelitta.

De acordo com a defensora, o Nudem possui várias portas de atendimento.  Na primeira, o órgão atende a violência doméstica contra a mulher, dando amparo a vítima no momento de deflagração da ação civil ou penal. Cabe a ele tomar as medidas cautelares, amparando-a para interromper esse ciclo de violência cometido contra ela. “Propomos ações cíveis que irão ampará-la. Entendemos que a violência doméstica é um processo. Temos uma equipe técnica que faz um atendimento amplo a essa mulher e uma rede que poderá apoiá-la, como as entidades de defesa da mulher. O nosso objetivo é dar empoderamento e fortalecimento a essa mulher que está tão vulnerável”, esclarece Simone Estrellita.
Simone reconhece que muitas instituições falham no dever de protegê-la, vulnerabilizando-a ainda mais. Com estratégicas específicas, o Nudem tem o cuidado de reparar essa falha. “Muitas mulheres que sofrem a violência doméstica não são amparadas por nenhuma instituição. Aqui no Nudem é preciso ouvir a dor dessa mulher. Explicamos a ela o que acontece nessa seara criminal, traduzindo um cenário até então desconhecido para ela. Damos toda a orientação que necessita.”
Violência obstétrica
A violência obstétrica é outra violência muito comum. Hoje, um número expressivo de mulheres morre por falta de orientação. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgados no ano passado, 830 mulheres morrem por dia vítimas de complicações com a gravidez ou relacionadas ao parto. “O Nudem tem ferramentas para condenar o estado para que ele tome providências para evitar que isso volte a ocorrer”, informa a defensora.
Uma das violências mais modernas, a violência virtual, também é cuidada com atenção pelo Nudem , que ingressa com as ações para proibir o autor do crime a continuar publicando nas redes sociais. “A violência virtual é do nosso século. Ela extermina a atuoestima da mulher.”
Simone Estrellita acredita que o empoderamento feminino serviu como freio para as muitas atitudes e comportamentos violados. “Mas ainda temos um longo caminho a percorrer. Se uma mulher sofre violência, ela rompe esse clico, mas tem gente que não consegue colocar esse limite. Seja por dependência psicológica ou financeira. Conscientizamos essa mulher que ele não tem mais direito que ela. Todos têm o mesmo direito", finaliza.

06 agosto 2018

Falando com Jovita Belfort



No sábado, 4, foi ao ar o primeiro programa "Falando com Jovita Belfort", pela Rádio Contemporânea AM. Wal Ferrão, presidente e Gilberto Fernandes, diretor e psicólogo da ONG Portal Kids/Mães do Brasil estiveram na estreia falando sobre o tema desaparecimento. O encontro dos três foi emocionante. Confira um pouquinho do programa que foi registrado pelo sobrinho de Jovita Belfort, Daniel Lima, que nos cedeu as imagens.


06 julho 2018

#somostodosjohanna


Johanna Cerqueira, de 19 anos, foi estrangulada até a morte na noite de domingo (1) em Barra do Piraí, no Sul do Rio de Janeiro
A jovem foi morta por Jhonatan Nunes Lima de Souza, 24 anos, que confessou o crime e está preso na Cadeia Pública de Volta Redonda. Ele vai responder por feminicídio, quando a vítima é morta pelo fato de ser mulher
Neste sábado (7), amigas de Johanna vão realizar ao meio-dia, uma manifestação em Barra do Piraí pedindo justiça #SomosTodosJohanna #maesdobrasil #mexeucomumamexeucomtodas #feminicidionao 

29 junho 2018

Jennifer Oliveira, atriz, inicia movimento em defesa da mulher agredida



A atriz de Malhação: Vidas Brasileiras, da TV Globo, Jennifer Oliveira, de 19 anos, revelou que foi agredida na noite de sexta-feira, 20 de junho, pelo seu (agora ex) namorado, o ator Douglas Sampaio. Ele nega as agressões. Jennifer registrou queixa da Delegacia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Dois dias depois da história vir à tona, a atriz publicou um texto em sua rede social Instagram contando como o ex-parceiro sempre a convencia a lhe perdoar as agressões.

"O agressor muitas vezes consegue nos convencer. Passamos por malucas e eu me questionei diversas vezes se isso era verdade: 'Não, não pode ser! Foi um momento de loucura. Machucou sem querer. Eu errei também!'"

A Mães do Brasil procurou Jennifer para saber o que a encorajou a divulgar sua história.

"Foi um impacto de vários coisas", avalia a atriz. "Publiquei um texto sobre meu relato no qual disse que não entendia que tinha sido agredida. Realmente não tinha e estou digerindo isso aos poucos. O que me deu força foi saber que muitas mulheres passam por isso e que muitas se sentem como eu me senti. Minhas amigas e minha mãe também me deram força, as pessoas que realmente estão do meu lado e acompanharam minha história até chegar ao nível de agressão."

Jennifer deseja que seu relato ajude a encorajar outras mulheres que passam pela mesma situação e que nutrem o mesmo sentimento que ela.

"Assim que publiquei o texto aconteceu uma coisa muito forte: uma amiga me ligou chorando e falando que não sabia o que tinha acontecido comigo. Mandaram o meu texto para um grupo em que ela estava e ao ler ela se identificou com a minha história. Minha amiga disse que o meu texto era o dela. Cheguei a conclusão que isso não acontece só comigo, mas com muitas mulheres. Quero que a gente consiga parar essas pessoas manipuladoras, agressivas. Não estou fazendo esse movimento a troco de nada. Quero conscientizar muitas meninas. A gente se sente muito sozinha neste momento, mas na verdade não estamos!"

Jennifer diz que nunca passou por situação semelhante, mas constatou depois que ela é comum.

"Inicialmente sofremos um baque, porque nunca achamos que vai acontecer com a gente. Mas acontece, sim. Todas as pessoas podem passar por isso, infelizmente. Estamos super vulneráveis a encontrar pessoas como essas pelo caminho."

Para as mulheres ela dá um conselho:

"Temos que acreditar que não precisamos de migalhas. Não precisamos acreditar num amor que não existe. Óbvio que ninguém escolhe passar por isso, mas escolhe permanecer nisso. Que a gente não se cale. Denunciem, sim! Quem ama, cuida. Espero que minha coragem ajude a encorajar outras mulheres. Que essa corrente de amor e força, não acabe por aqui!"

21 junho 2018

Giovanna, a ginasta


Giovanna Silva Oliveira da Cruz tem 10 anos é a nossa nova Criança Brilhante. Praticante da ginástica olímpica desde os 5 anos, hoje se tornou uma grande atleta da modalidade e no ano passado conquistou o sexto lugar no Campeonato Brasileiro de Ginástica Olímpica.
 
Giovanna, que é sobrinha de Genilson Araújo, o repórter aéreo do Bom Dia Rio, da TV Globo, começou a treinar em Aracaju, onde morava. Ao se mudar para o Rio de Janeiro, foi incentivada pela mãe, a professora Maria Aparecida Silva Ribeiro, a se matricular num ginásio em frente ao seu novo endereço carioca, onde oferecia ginástica olímpica.

Desde então Giovanna se dedica com garra e determinação ao esporte. “Treino de segunda a sábado, quatro horas por dia. Acho que toda criança deveria fazer esporte. Nos primeiros dias vai ser divertido.  Mas para ser atleta é preciso de muita dedicação. Tenho uma alimentação sem gordura, doces e fast food e só em um fim de semana ou outro é que posso comer isso”.

Ela é tão apaixonada pelo esporte, que adivinha o que ela quer ser no futuro? “Sonho em ser uma atleta famosa olímpica no mundo inteiro! E quando ficar adulta, quero ser treinadora!”. 

Alguém duvida do seu futuro brilhante?